TRF3 abre 11 vagas imediatas — e todas as 11 são de TI
O edital que saiu no Diário Oficial tem um número pequeno e uma leitura incomum: são 11 vagas imediatas, e as 11 estão concentradas em Tecnologia da Informação — duas de Analista e nove de Técnico. Oficial de Justiça Avaliador Federal, Área Judiciária e Contabilidade, os cargos que normalmente puxam a atenção em concurso de tribunal, aparecem só como cadastro reserva. Antes de pagar R$ 160 ou R$ 100, há quatro coisas no edital que mudam a conta: onde estão as vagas de verdade, o fato de Técnico Judiciário agora exigir ensino superior, o corte triplo da prova objetiva — e uma janela de isenção que dura apenas dois dias.
11 vagas imediatas — e o quadro inteiro é de Tecnologia da Informação
O Anexo III do edital lista as vagas da Unidade de Classificação Tribunal Regional Federal da 3ª Região, cujas cidades integrantes são São Paulo (capital) e Campo Grande (MS). São quatro códigos de opção, e os quatro são de TI.
| Cód. | Cargo/Área/Especialidade | Total | Ampla | PcD | Negros ou pardos |
|---|---|---|---|---|---|
| 001 | Analista Judiciário — Apoio Especializado — Análise de Sistemas de Informação | 1 | 1 | — | — |
| 002 | Analista Judiciário — Apoio Especializado — Suporte em Tecnologia da Informação | 1 | 1 | — | — |
| 006 | Técnico Judiciário — Desenvolvimento de Sistemas de Informação | 5 | 2 | 1 | 2 |
| 007 | Técnico Judiciário — Suporte Técnico | 4 | 2 | — | 2 |
| Total | 11 | 6 | 1 | 4 | |
A leitura mais útil está na terceira e na quarta linha: 9 das 11 vagas imediatas são de Técnico Judiciário em TI, e só 2 são de Analista. Quem já trabalha com desenvolvimento ou com infraestrutura e suporte tem aqui o quadro mais aberto do edital — e, ao mesmo tempo, a concorrência tende a se concentrar exatamente nesses dois códigos, porque são os únicos com vaga imediata e exigência de formação relativamente ampla.
As reservas aparecem já nesse quadro inicial: há 1 vaga de pessoa com deficiência e 4 vagas para candidatos negros ou pardos entre as 11. O edital fixa 5% para pessoas com deficiência (item 4.2, com a primeira nomeação na 5ª vaga aberta de cada cargo e as seguintes a cada vinte cargos providos), 25% para candidatos negros ou pardos (item 5.1, pela Lei nº 15.142/2025, pelo Decreto nº 12.536/2025 e pela Resolução CNJ nº 657/2025), 3% para indígenas e 2% para quilombolas.
Oficial de Justiça, Área Judiciária e Contabilidade: só cadastro reserva
Quem esperava vaga imediata para os cargos jurídicos clássicos precisa ajustar a expectativa. Os Anexos IV e V do edital trazem mais três códigos de opção, e todos aparecem como CR — cadastro reserva, sem nenhuma vaga aberta agora:
- 003 — Analista Judiciário — Área Judiciária — Oficial de Justiça Avaliador Federal, na Seção Judiciária do Estado de São Paulo, cuja unidade reúne a capital e mais de 40 cidades, de Americana a Tupã.
- 005 — Técnico Judiciário — Apoio Especializado — Contabilidade, também na Seção Judiciária de São Paulo.
- 004 — Analista Judiciário — Área Judiciária, na Seção Judiciária do Estado de Mato Grosso do Sul, que abrange Campo Grande, Corumbá, Coxim, Dourados, Naviraí, Ponta Porã e Três Lagoas.
Cadastro reserva não é vaga. É uma fila que só se converte em nomeação se surgirem ou forem criadas vagas dentro da validade do concurso, que é de dois anos contados da homologação do resultado final, prorrogáveis uma única vez por igual período (item 19.5). Isso não torna esses códigos ruins — a especialidade Oficial de Justiça Avaliador Federal tem a maior remuneração inicial do edital, R$ 20.013,11, por causa da Gratificação de Atividade Externa —, mas quem escolher um deles está apostando no que vai acontecer nos próximos dois a quatro anos, não no que está aberto hoje.
Vale notar ainda um detalhe de estratégia que o edital permite: pelos subitens 3.12.2 e 3.12.3, quem optar pela Unidade de Classificação TRF3 ou pela Seção Judiciária de São Paulo pode também pedir aproveitamento em unidade diferente da primeira opção, entrando na lista geral do estado. O mesmo vale para Mato Grosso do Sul. É uma escolha feita no ato da inscrição e que não pode ser alterada depois (item 3.4).
Técnico Judiciário exige ensino superior — e paga R$ 9.776,73
No quadro do item 2.1, tanto Analista quanto Técnico aparecem como Ensino Superior Completo. O próprio subitem 3.5.2, ao fixar as taxas, escreve "Ensino Superior Completo: R$ 100,00 — para todos os cargos de Técnico Judiciário (conforme Lei Federal nº 14.456/2022)". Ou seja: não há mais, aqui, o cargo de nível médio que muita gente ainda associa ao Judiciário federal.
| Cargo | Escolaridade | Remuneração inicial (Classe A/Padrão 01) | Taxa |
|---|---|---|---|
| Analista Judiciário | Superior completo | R$ 16.040,87 (vencimento básico + GAJ) | R$ 160,00 |
| Analista Judiciário — Oficial de Justiça Avaliador Federal | Superior em Direito | R$ 20.013,11 (com Gratificação de Atividade Externa) | R$ 160,00 |
| Técnico Judiciário | Superior completo | R$ 9.776,73 (vencimento básico + GAJ) | R$ 100,00 |
O pré-requisito muda por especialidade, e aí está a parte que decide quem pode se inscrever em quê. Para Analista — Análise de Sistemas de Informação e Analista — Suporte em TI, é preciso graduação na área de Tecnologia da Informação ou graduação em qualquer área somada a pós-graduação em TI de, no mínimo, 360 horas. Já para os dois cargos de Técnico com vaga imediata, o edital aceita graduação em qualquer área acompanhada de certificados de habilitação específica — cursos de desenvolvimento de software, no código 006, ou de Tecnologia da Informação (redes, banco de dados, sistemas operacionais, segurança da informação, colaboração e telecomunicações), no código 007 — que somem pelo menos 120 horas.
Essa diferença de 360 e 120 horas é prática: ela abre os dois cargos de Técnico para quem se formou em qualquer curso superior e construiu a parte técnica em cursos livres, desde que a carga horária seja comprovável na posse. O regime é o da Lei nº 8.112/1990, com carreira pela Lei nº 11.416/2006, e a jornada é de 40 horas semanais para todos os cargos.
Inscrição de R$ 160 ou R$ 100 e uma isenção de dois dias
As inscrições são feitas exclusivamente pela internet, no site da Fundação VUNESP, das 10h de 4 de novembro às 23h59 de 23 de novembro de 2026, horário de Brasília. O pagamento é por Guia de Recolhimento da União (GRU) Simples pela plataforma PagTesouro e pode ser feito até as 21h59 de 24 de novembro.
A isenção tem o prazo mais curto de todo o cronograma e só duas hipóteses, previstas no item 3.25:
- CadÚnico — candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, amparados pelo Decreto nº 6.593/2008 e pelo Decreto nº 11.016/2022. Basta informar o Número de Identificação Social (NIS) no formulário.
- Doador de medula óssea — nos termos da Lei nº 13.656/2018, com envio da documentação comprobatória por upload.
Nos dois casos, o pedido vai das 10h de 4 de novembro às 23h59 de 5 de novembro de 2026: dois dias, dentro da primeira semana de inscrições. Se você se enquadra, isso precisa estar resolvido logo no primeiro dia, não no último.
| Evento | Data prevista |
|---|---|
| Período de inscrições | 04/11 a 23/11/2026 |
| Solicitação de isenção da taxa | 04/11 a 05/11/2026 |
| Resultado da solicitação de isenção | 12/11/2026 |
| Recursos contra o resultado da isenção | 13 e 16/11/2026 |
| Resultado definitivo da isenção | 19/11/2026 |
| Vencimento do pagamento da taxa | 24/11/2026 |
| Resultado das solicitações de cotas e condição especial | 09/12/2026 |
| Publicação da convocação para as provas | 21/01/2027 |
| Aplicação das provas objetiva e discursiva | 31/01/2027 |
| Publicação do gabarito da prova objetiva | 01/02/2027 |
| Publicação da nota da prova objetiva | 26/02/2027 |
Repare que o resultado definitivo da isenção sai em 19 de novembro, quatro dias antes do fim das inscrições, e o pagamento vai até 24 de novembro. Quem tiver o pedido negado ainda consegue pagar — mas o edital avisa, no próprio Anexo VII, que o cronograma está sujeito a alterações.
60 questões, discursiva no mesmo dia e corte de 6,00
A prova é única e acontece em 31 de janeiro de 2027, nas cidades de Araçatuba, Bauru, Ribeirão Preto e São Paulo, em São Paulo, e Campo Grande e Dourados, em Mato Grosso do Sul. São 4h30 para objetiva e discursiva juntas.
| Prova | Questões | Peso |
|---|---|---|
| Objetiva — Conhecimentos Gerais | 24 | 1 |
| Objetiva — Conhecimentos Específicos | 36 | 2 |
| Discursiva — estudo de caso (Analista) ou redação (Técnico) | 1 | 2 |
O peso diz tudo sobre onde investir as próximas semanas: Conhecimentos Específicos tem 36 das 60 questões e peso 2. Nos quatro códigos com vaga imediata, isso significa conteúdo de TI — e o Anexo VI reserva a esses cargos uma lista enxuta de Conhecimentos Gerais, com cinco disciplinas: Língua Portuguesa e Raciocínio Analítico, Raciocínio Lógico-Matemático, Ética no Serviço Público e Integridade, Noções de Direitos Humanos e Fundamentais e de Acessibilidade, e Sustentabilidade e Meio Ambiente. Nos códigos de cadastro reserva, a lista é maior e inclui ainda Informática, Inteligência Artificial e Inovação.
Os cortes do item 10.3 são cumulativos, e é aí que muita gente cai. Para a ampla concorrência, é preciso, ao mesmo tempo: acertar 50% de Conhecimentos Gerais (12 questões), 50% de Conhecimentos Específicos (18 questões) e obter nota igual ou superior a 6,00 na média ponderada. Falhar em um dos três elimina. Para candidatos negros ou pardos, indígenas, quilombolas e com deficiência, o item 10.4.1 reduz tudo em 20%: 10 acertos, 15 acertos e média 4,80.
Há um ponto em que este edital é mais generoso do que a média dos concursos de tribunal: não existe limite de correção da discursiva. Os Capítulos 11 e 12 estabelecem apenas a nota mínima — 5,00 na ampla concorrência e 4,00 para quem concorre às vagas reservadas, nos termos das Resoluções CNJ nº 516/2023 e nº 549/2024 — sem a trava de "só serão corrigidas as provas dos X primeiros colocados" que elimina milhares de candidatos antes mesmo da leitura do texto. Quem for habilitado na objetiva tem a discursiva corrigida.
Três meses até 31 de janeiro: por onde começar
Da publicação do edital até a prova são cerca de 14 semanas, com o Natal e o Ano-Novo no meio. É tempo suficiente para uma preparação séria, desde que a distribuição respeite o peso real das provas.
Três decisões valem mais do que qualquer cronograma genérico:
- Escolha o código antes de estudar. Os pré-requisitos de 360 horas (Analista) e 120 horas (Técnico) são diferentes, o conteúdo específico é diferente e a opção não pode ser trocada depois da inscrição (item 3.4). Decida primeiro se você disputa as 2 vagas de Analista, as 9 de Técnico ou um dos códigos de cadastro reserva.
- Dê a Conhecimentos Específicos pelo menos metade do seu tempo semanal. São 36 das 60 questões, com peso 2, e um corte próprio de 18 acertos. É a disciplina que aprova e a que elimina.
- Não abandone Conhecimentos Gerais. Doze acertos em 24 questões parece pouco, mas o corte é eliminatório por si só, e são cinco disciplinas distintas nos cargos de TI. Uma revisão semanal curta em cada uma resolve melhor do que um bloco único em janeiro.
Outra possibilidade prevista no edital: o item 3.3 permite inscrição em mais de um cargo, desde que você observe os horários — mas o subitem 3.3.1 é claro em que, se as provas objetivas caírem no mesmo período, você só pode fazer uma delas e será considerado ausente nas demais. Como o Anexo VII marca todas as provas para o mesmo dia, 31 de janeiro, trate a inscrição dupla com cuidado antes de pagar duas taxas.
Fontes oficiais
- Edital nº 1, de 23 de outubro de 2026 — abertura de inscrições para concurso público do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, texto integral publicado no Diário Oficial da União, com o quadro de cargos, escolaridade, remuneração e taxas (item 2.1), as regras e os prazos de inscrição e isenção (Capítulo 3), as reservas de vagas (Capítulos 4 a 7), a composição e os pesos das provas (item 8.1), as cidades de aplicação (item 9.1), os critérios de habilitação (Capítulo 10), a correção das provas discursivas (Capítulos 11 e 12), a validade do certame (item 19.5) e os quadros de vagas por Unidade de Classificação (Anexos III, IV e V) e o cronograma previsto (Anexo VII) — Imprensa Nacional / Tribunal Regional Federal da 3ª Região, DOU de 26/10/2026, Seção 3. Acesso em 2026-10-28. Fonte primária.
- Diário Oficial da União, Seção 3, edição de 26 de outubro de 2026 — sumário da edição em que o edital de abertura do TRF3 foi publicado, sob a hierarquia Poder Judiciário / Tribunal Regional Federal da 3ª Região — Imprensa Nacional. Acesso em 2026-10-28. Fonte primária.
- Site da Fundação VUNESP — endereço indicado nos subitens 1.16, 3.5 e 9.3 do edital como canal único de inscrição, de pedido de isenção, de divulgação do Edital de Convocação para as Provas e de publicação dos resultados do concurso — Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista — VUNESP, banca organizadora. Acesso em 2026-10-28. Fonte oficial da banca.
Histórico de atualização
- — Publicação original, dois dias após a publicação do Edital nº 1/2026 no Diário Oficial da União e uma semana antes da abertura das inscrições.
Perguntas frequentes
Quantas vagas tem o concurso do TRF3 2026?
São 11 vagas imediatas, todas na Unidade de Classificação Tribunal Regional Federal da 3ª Região (Anexo III do edital) e todas em Tecnologia da Informação: 1 de Analista Judiciário — Análise de Sistemas de Informação, 1 de Analista Judiciário — Suporte em Tecnologia da Informação, 5 de Técnico Judiciário — Desenvolvimento de Sistemas de Informação e 4 de Técnico Judiciário — Suporte Técnico. Os demais códigos de opção — Oficial de Justiça Avaliador Federal e Técnico Judiciário — Contabilidade, na Seção Judiciária de São Paulo, e Analista Judiciário — Área Judiciária, na Seção Judiciária de Mato Grosso do Sul — são de cadastro reserva, sem vaga imediata.
Qual é o salário do concurso do TRF3 2026?
O edital informa, na Classe A/Padrão 01, remuneração inicial de R$ 16.040,87 para Analista Judiciário (vencimento básico mais Gratificação de Atividade Judiciária) e de R$ 9.776,73 para Técnico Judiciário. Para a especialidade Oficial de Justiça Avaliador Federal, que é de cadastro reserva, a remuneração inicial é de R$ 20.013,11, por causa da Gratificação de Atividade Externa. A jornada é de 40 horas semanais para todos os cargos e o regime é o da Lei nº 8.112/1990.
Quando são as inscrições do concurso do TRF3 e quanto custa?
As inscrições ficam abertas das 10h do dia 4 de novembro às 23h59 do dia 23 de novembro de 2026, horário de Brasília, exclusivamente pelo site da Fundação VUNESP. A taxa é de R$ 160,00 para os cargos de Analista Judiciário e de R$ 100,00 para os de Técnico Judiciário, paga por Guia de Recolhimento da União (GRU) Simples na plataforma PagTesouro, até as 21h59 de 24 de novembro de 2026.
Quem pode pedir isenção da taxa no concurso do TRF3?
O edital prevê duas hipóteses: candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), amparados pelo Decreto nº 6.593/2008 e pelo Decreto nº 11.016/2022, e doadores de medula óssea, nos termos da Lei nº 13.656/2018. O pedido só pode ser feito das 10h de 4 de novembro às 23h59 de 5 de novembro de 2026. O resultado sai em 12 de novembro, com recurso em 13 e 16 de novembro e resultado definitivo em 19 de novembro.
O cargo de Técnico Judiciário do TRF3 exige ensino superior?
Sim. No quadro do item 2.1 do edital, tanto Analista Judiciário quanto Técnico Judiciário aparecem como de Ensino Superior Completo, e o subitem 3.5.2, ao fixar a taxa de R$ 100,00 para Técnico, remete à Lei Federal nº 14.456/2022. Cada especialidade tem ainda pré-requisitos próprios: Técnico Judiciário — Suporte Técnico, por exemplo, aceita graduação em qualquer área acrescida de cursos de Tecnologia da Informação que somem, no mínimo, 120 horas.
Como é a prova do concurso do TRF3 2026?
A prova objetiva tem 60 questões de múltipla escolha com cinco alternativas: 24 de Conhecimentos Gerais, com peso 1, e 36 de Conhecimentos Específicos, com peso 2. No mesmo dia e período é aplicada a prova discursiva — estudo de caso para Analista Judiciário e redação para Técnico Judiciário —, também com peso 2. A duração total é de 4h30, e as provas estão previstas para 31 de janeiro de 2027, nas cidades de Araçatuba, Bauru, Ribeirão Preto e São Paulo, em São Paulo, e Campo Grande e Dourados, em Mato Grosso do Sul.
Qual é a nota mínima para ser aprovado no concurso do TRF3?
Pelo item 10.3, o candidato da ampla concorrência precisa, ao mesmo tempo, acertar 50% da prova de Conhecimentos Gerais (12 questões), 50% da de Conhecimentos Específicos (18 questões) e obter nota igual ou superior a 6,00 na média aritmética ponderada das duas. Para candidatos negros ou pardos, indígenas, quilombolas e com deficiência, o item 10.4.1 reduz essas exigências em 20%: 10 acertos em Conhecimentos Gerais, 15 em Conhecimentos Específicos e média igual ou superior a 4,80. Na prova discursiva, a nota mínima é 5,00 na ampla concorrência e 4,00 para quem concorre às vagas reservadas.